
Às vezes é muito difícil tomar uma decisão.
Tudo que eu faço está impregnado de emoção,
que faz o coração bater acelerado.
Aí a razão se manifesta jogando um balde de gelo no meu coração.
Eu procuro o equilíbrio, mas a tendência é a emoção falar mais alto...
ou deixar rolar.

Nós (brasileiros) não queremos um político de esquerda,
de direita ou centro.
Nós não queremos um operário, um militar ou um banqueiro.
Nós não queremos um ditador, um estadista
ou uma celebridade midiática.
Nós não queremos nenhum nome, sigla ou avatar.
Nós queremos somente uma pessoa honesta e digna,
que se importe e cuide do povo brasileiro.
Só isso, nada mais!

A escuridão... A beleza nas imagens lúgubres e melancólicas;
que muitas vezes escondem segredos antigos...
Gosto muito de um cenário nas trevas,
onde meus olhos podem ver a beleza da escuridão...
Lamento quem conserva um espaço tétrico no seu íntimo...

Um chá de camomila para acalmar...
quem sabe a alma, o coração, os ânimos acirrados,
a dor de um futuro incerto e prejudicial para muitos brasileiros,
que trabalham, produzem e fazem esse país ser grande...
Mesmo saqueado, roubado, maltratado e manchado, continua grande.
Sinto muito, eu só tenho palavras, que são as minhas armas...
E de que valem as palavras, se a maioria não lê e nem escuta,
não sabe ou não quer ler ou ouvir?

Lamentos de Amor...
Vem comigo acompanhar a cena e o cenário do filme...
Era uma casa de pedras, fria e a neve que cobria tudo em sua volta
se entranhava nas paredes, deixando-a mais gelada e lúgubre...
No porão, ela vivia acorrentada e seus lamentos
se espalhavam por todo o casarão,
sem que ninguém soubesse de sua existência...
Só o senhor sabia da sua ínfima vida.
De vez em quando, após quatro ou cinco dias,
ele abria a porta e jogava algumas migalhas para ela se aquietar,
às vezes, até a cumprimentava pelo dia ou pela noite... raramente o fazia...
Por quê? Por que não a matava e assim se livrar do incômodo?
O monstro ali acorrentado estava sofrendo e logo
sua existência se dissolveria e seria esquecida...
Ele, mediante os milhares de outras vidas à disposição,
sequer notaria a diferença...
Os elos, das correntes que a mantinham presa
foram esculpidos na lealdade e no amor.
E num resquício de lucidez,
num fragmento de força ela poderia recobrar a razão,
romper os elos e, assim partir para longe e rumo ao esquecimento...
E o amor?
Seria guardado num baú e acomodado no fundo do coração,
para nunca mais ser aberto.
Para escritores de Prosa e Poesia
Inscrevam-se para participar o festival
Todas as informações no site

Eu na Revista Divulga Escritor nº 65
Leitura gratuita em:
https://revistaseditorialsmc.com/65-divulga-escritor/
Vídeo está em:
https://www.youtube.com/watch?v=jB9KGko3yug

Dália é uma obra-prima da natureza

Apoio Cultural
https://almanaqueliterario.com/


https://www.facebook.com/nell.morato
https://www.instagram.com/nellmorato/
